Igualdade
É notório que há uma distinção clara de tratamento a pessoas diferentes. Determinados grupos, sejam eles, políticos, sociais ou religiosos tendem a unirem-se por objetivos, ideias e propostas semelhantes e , com isso , desprezar ideias e afinidades diversas das suas. Dentre vários fatores relevantes, destacam-se: a falta de percepção de um mundo igualitário a todos e também, não menos importante, a falta de humanismo.
Sabe-se que perceber a diferença e aceitá-la é o primeiro passo para a democracia. Existem pessoas com crenças religiosas, políticas e culturais heterogêneas. Os ataques israelitas na faixa de Gaza, as brigas políticas entre a Rússia e Criméia têm graves consequências e provacam inúmeras perdas aos países e são exemplos do que a não aceitação de opinião divergente pode causar. Não há superioridade , e tão pouco, inferioridade. Há uma opinião diversa do grupo dominante e as causas destas distinções são quase irreversíveis.
Além disso, a falta de humanismo e solidariedade é um fator preocupante. Percebe-se rotineiramente o tratamento desigual e até mesmo inferior aos deficientes físicos, por exemplo. Quando uma instituição não prepara a estrutura física adequada para atendê-lo, ou mesmo não o atende com a devida cortesia e respeito, fere-se até mesmo princípios e virtudes éticas. Ultrapassa os limites de falta de educação e presteza expressando egoísmo e falta de solidariedade ao próximo.
Como se vê, a distinção de tratamento aos desiguais promove um país anti-democrático e tem consequências sérias à nação. Todos , integrantes ou não do seu grupo, merecem ser tratados com respeito, maestria e cortesia. Entender e aceitar o lado oposto ou o desigual é o primeiro para a democracia. Respeitar ao próximo e tratá-lo de maneira igualitária é obrigação de todo ser humano.

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